Biografia

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Essa geração viu a criação uma nova onda de bandas americanas do Heavy Metal, quando bandas como Killswitch Engage, All That Remains e As I Lay Dying dominaram o Ozzfest, Vans Warped Tour e Rockstar Mayhem com um novo som característico combinando os melhores elementos do Death Metal Sueco, heavy metal tradicional e um hardcore underground visceral. A Austrália respondeu a isso com o Parkway Drive.

O brilho de Byron Bay agora é uma força internacional, apreendendo a coroa em todo o mundo através de pura determinação, força de vontade e musicalidade inegável. Toda essa disseminação veio graças a riffs contagiantes, vocais que se conectam a níveis de urgência e visceralidade e um mar de apoio dos fãs e da imprensa que se estende por vários continentes. Seja liderando uma turnê com Never Say Die na Europa, colocando fogo no palco do Trash and Burn nos EUA, lançando sua turnê Mix N’ Mash na Austrália ou roubando a cena em festivais desde o Download até o Sonisphere, o Parkway Drive conquistou uma reputação de uma das bandas de mais grande importância dos anos modernos do metal.

New Musical Express, Alternative Press, Metal Hammer e diversas outras publicações já reconheceram o que o mundo underground já sabia: o Parkway Drive aperfeiçoou a mistura especial do histerismo pesado e da participação de multidões induzidas pela conectividade que tantas bandas aspiram mas poucas conseguem alcançar.

O quarto disco da banda, Atlas, pode trazer a imagem clássica de um homem musculoso com o mesmo nome com o peso da Terra em seus ombros… Mas o Parkway Drive está com o mundo na palma da mão.

Killing with a Smile fez com que a América do Norte e a Europa prestassem atenção no grupo ao mesmo tempo que fez com que o Parkway Drive entrasse para a lista dos padrões de metalcore da Austrália. Quando Horizons chegou dois anos depois, o Parkway deixou de ser uma banda desconhecida em seu território para se tornar uma das bandas mais reconhecidas com as maiores estrelas do gênero. Sem parar de fazer shows e com um desenvolvimento contínuo de um dos raros grupos do gênero que quase não sofreu mudanças de lineup resultou no Deep Blue de 2010, que conquistou o Top 40 na América e estreou no 2º lugar na Austrália, onde eventualmente foi certificado como disco de ouro pela ARIA.

parkway-drive-bio-02Em uma capa de 2010, a revista de metal Kerrang! disse sobre o Parkway Drive: “A banda que você precisa ouvir agora!”, seguido por, “Você quer uma banda que te deixe entusiasmado e na qual você acredite? Está na hora de se familiarizar com a máfia do metalcore australiano Parkway Drive.”

Durante a sua carreira, o Parkway Drive trabalhou com os melhores e mais brilhantes produtores do mercado, que incluem o guitarrista do Killswitch, Adam Dutkiewicz (Underoath, Shadows Fall, Unearth) e Joe Baressi (Tool, Coheed and Cambria, Bad Religion). Para o Atlas, a banda convocou Matt Hyde de Los Angeles (Slayer, Children Of Bodom, Hatebreed) para desenvolver o seu trabalho mais marcante, misturando um pouco dos componentes mais importantes de antes com novos elementos e sabores.

Com o Atlas, o Parkway Drive alcançou uma vitória improvável que frequentemente ilude as bandas: eles mantiveram os elementos clássicos de seu som enquanto ampliavam seus horizontes com novas texturas e dinâmicas. O Parkway Drive encontrou uma forma de evitar a zona de conforto, de evoluir, sem comprometer sua identidade. Eles encontrarem uma forma de se manterem fiéis tanto a sua criatividade e a expectativa dos seus fãs mais leais. É uma conquista admirável por todos.

O Parkway Drive está armado com um metalcore líder e confrontante que o mundo nunca tinha visto antes, balanceado com um terreno cobiçado de cair o queixo que constantemente solidificam sua posição de líderes no mercado. Sempre famintos, sempre cheios de ambição, o Parkway Drive recebe apoio de devotos da heavy music de lugares diversificados como China e Índia, como foi mostrado no DVD que alcançou vendas de Ouro, Home is for the Heartless.

O Parkway Drive passou a última década na vanguarda da música pesada em todo o mundo, e ainda assim, seu quinto disco, Ire, mostra um som de uma banda que continua a aumentar os seus limites. Esse é o tipo de banda que pode esgotar shows em estádios e que alcançou o status de deuses do metal em seu país de origem.

Os poderosos australianos foram a fundo em suas reservas de talento e criatividade, e levaram seu lado de músicos e compositores para outro nível. Ire é claramente algo inovador e corajoso que mostra uma nova profundidade musical da banda e a liberdade vocal de Winston.

Eles continuarão se desafiando, e, fazendo isso, irão redefinir, novamente, o que se esperava ser possível para uma banda de metal da Austrália alcançar.

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