Parkway Drive diz que novo álbum está 70% pronto

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Recentemente o Parkway Drive foi entrevistado para o site MoreCore.TV, onde, entre os temas abordados, a banda falou sobre o sexto disco em que eles estão trabalhando durante os últimos meses.

De acordo com a entrevista, o novo disco deverá mostrar um progresso no som da banda, além de ser mais agressivo do que seus trabalhos anteriores. Eles ainda confirmaram que o disco está 70% pronto.

“Ele terá um pouco de tudo – eu acho que a melhor palavra que pode descrever esse novo trabalho é: refinado. Eu acredito que são ideias que já temos há um tempo – atualmente temos mais ideias ainda. Mas as coisas que sempre amamos na banda, nós polímos mais, criamos mais formas e tornamos mais agressivas. Então, não vamos deixar nada para trás, mas com certeza não vamos ficar no mesmo lugar.” – Winston McCall

Assista a entrevista completa no player abaixo:

Ouça ao pocket show do Parkway Drive para a rádio BBC Radio

Nesse Domingo foi ao ar a participação do Parkway Drive no programa Rock Show da estação BBC Radio One, que contou com gravações das faixas “Destroyer”, “Vice Grip”, “Crushed” e do novo single, “Bottom Feeder”.

Caso você não tenha escutado, o áudio das apresentações e das entrevistas com Winston McCall já estão disponíveis em nosso canal no YouTube. Ouça através do player abaixo e clique aqui para ver algumas fotos tiradas durante a passagem dos caras nos estúdios da rádio.

Winston lista os momentos mais perigosos vividos pelo PWD

O vocalista do Parkway Drive participou do podcast da revista Kerrang! durante os bastidores do Reading Festival onde ele respondeu quais foram os momentos mais perigosos vividos pela banda.

Entre eles, Winston citou o pulo de pára-quedas do clipe de Vice Grip, uma vez que Ben quase foi engolido por uma baleia e uma briga com um gorila em um zoológico. Assista abaixo:

Outras entrevistas foram realizadas no mesmo dia ao Gigwise, Mike James Rock Show e RAMzine Rock & Metal, onde Winston conta um pouco sobre as experiências da banda nos festivais da Europa, o processo de composição do próximo álbum do PWD e as inspirações por trás das letras das músicas.

Ben Gordon participa de novo episódio do #DRUMLIFE

O terceiro episódio do #DRUMLIFE foi divulgado recentemente e trouxe uma entrevista com o baterista do Parkway Drive, Ben Gordon.

Na entrevista ele fala sobre a diferença de tocar em grandes festivais ou em casas de shows para um público reduzido, o preparo físico enquanto está na estrada, como ele começou a praticar bateria na infância e como ele se mantem praticando nos dias de hoje e o que o PWD almeja para o futuro. Assista ao vídeo completo no player abaixo:

Winston McCall fala sobre Tom Searle

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O vocalista do Parkway Drive, Winston McCall, prestou uma homenagem ao ao guitarrista da banda Architects, Tom Searle, que morreu aos 28 anos no mês passado depois de uma batalha de três anos contra o câncer.

Em uma entrevista para o próximo episódio do Metal Hammer: In Residency no Spotify, McCall fala sobre o “cara legal” que não compreendia as músicas que havia criado, e diz que Searle deixou um legado “poderoso” para trás.

McCall diz: “Ele tinha uma alma maravilhosa – uma pessoa fantástica. Nós conhecemos Tom por 10 anos – o Architects foi a primeira banda que tocou conosco em Londres.”

“Ele sempre foi cara de pau, com humor sarcástico, agradável, um cara que sempre estava pronto para conversar, sempre encontrava um motivo para rir de qualquer coisa e não percebia o que havia criado.”

“Eu acho que ele criou um legado muito forte e precisava de muita convicção em si mesmo para dzer, ‘É isso que eu quero colocar no mundo, é isso e nada mais, não importa o que as pessoas digam ou a direção que tentem nos mandar – isso é o que nós somos e isso é o que eu sou’.”

“Poder deixar isso para trás é uma testemunho poderoso da vida.”

Durante o show do Parkway Drive no Lowlands Festival, Winston aproveitou para dedicar a apresentação da música “Home Is For The Heartless” para Tom. Assista abaixo o vídeo do momento e, em seguida, outra declaração realizada para uma matéria da revista Kerrang!,

“Tom era uma figura, um gênio, um músico que nunca se vendeu ou fez qualquer coisa que não tivesse a visão que ele tinha para o Architects. Ele nunca se venderia por nada. Eu nunca mais poderei conviver com essa pessoa incrível, mas o fato de eu poder continuar a interagir com a música de Tom, e poder continuar a aproveitar mais o tempo que tivemos juntos nesse mundo, é algo incrível. O Tom se destaca por mostrar para você que se você coloca paixão, importância e amor em algo, então você pode criar algo que é especial e reflete em seu coração como pessoa além da mortalidade.”

Dicas de Jeff e Luke para se tornar um bom guitarrista

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A revista Total Guitar publicou uma matéria com Jeff LingLuke Kilpatrick onde os guitarristas dão nove dicas de como se tornar um guitarrista bem-sucedido na indústria da música atual. Confira a tradução completa abaixo:

O Parkway Drive se tornou uma força nos palcos imparável, e o time responsável pelas guitarras por trás do sucesso da banda de metalcore moderno nos conta todos os segredos de como arrebentar ao vivo…

Nos últimos anos, houveram diversas discussões em aberto sobre quais bandas estão prontas para se destacar e alcançar a tocha e liderar os festivais de metal do futuro.

Para muitos, o Parkway Drive se tornou uma das grandes esperanças, tendo construído uma boa reputação à moda antiga – dependendo totalmente de shows ao vivo esmagadores nos últimos 13 anos de trabalho duro e batendo de frente com o beatdown.

Não tem sido muito fácil para os batalhadores australianos do metalcore, nem tem sido algo muito calculado. Mas verdade seja dita, o fato de suas paletas terem o desenho do emoji de cocô diz muito sobre o quanto essa banda se leva a sério.

Nós encontramos com os guitarristas Jeff Ling e Luke Kulpatrick sentados nos bastidores antes do primeiro show próprio da banda no Brixton Academy em Londres, parecendo o mais relaxados do que poderiam estar, enquanto dividiam algumas dicas de como se tornarem os mestres mais bem-sucedidos dos palcos…

1. As primeiras apresentações sempre serão ruins, levou um tempo para o Parkway Drive se tornar a banda ao vivo que ela é hoje…

Jeff: “Nossas primeiras apresentações eram uma porcaria, completamente horríveis. Nós tínhamos um equipamento horrível, um estilo terrível, mal conhecimento musical – o pior dos piores. Como um hambúrguer com 15 ingredientes por cima! Nós tivemos muita sorte de sair de onde estávamos.”

Luke: “Nós não tínhamos noção, nós não tínhamos nem controle dinâmico, então acabávamos recebendo um feedback horrível entre cada música. Nós éramos como qualquer banda dando os primeiros passos, uma banda de garagem praticando, mas do nada começamos a praticar nos palcos na frente das pessoas.”

“Nós acabamos tendo algumas turnês boas, o que nos forçou a tocar melhor em alguns shows do início e a nos esforçarmos mais.”

2. Não exagere nos equipamentos. Quanto mais você tiver, mais as coisas vão dar errado…

Jeff: “Não somos os nazistas dos equipamentos. Nossa teoria é de que quanto mais você tiver, mais tempo o seu técnico de palco vai ficar correndo, puxando as coisas e tentando descobrir o que deu de errado.”

“Nós já entramos em turnê com bandas que tem todos esses equipamentos variados. E ficam tipo ‘Oh , wow, Johnny tem 8.000 pedais!’ Mas na verdade, Johnny também tem 8.000 problemas que acabam vindo com eles. Quando o PA atinge os 105dB, você acaba nem ouvindo merda nenhuma mesmo. Tudo isso acaba se perdendo na mixagem.”

Luke: “Existe um padrão repetitivo de que os músicos estão exagerando ou se gabando com seus equipamentos, assim como eles fazem com suas músicas.”

“Você pode ter uma pedaleira de dois metros, e pode parecer legal e divertido pra você, mas para a platéia não vai fazer diferença. Eu acho que os melhores músicos são os que ficam na rua com um chapéu na sua frente com 5 dólares dentro dele!”

jeff-concert-023. Controle sua distorção. As situações com mais ganhos requerem um bom comando dos níveis…

Jeff: “Seria impossível fazer o que nós fazemos sem supressores de ruídos. Se você está em uma banda de rock que usam os modelos mais vintages da Marshall, então você pode se virar sem eles, mas não em uma banda de heavy metal.”

“Os Kemper Profiles que usamos nos shows possuem supressores que são bons o suficiente para as nossas necessidades. Algumas pessoas até reclamam deles.”

4. Não fique pensando no show. O Parkway Drive prefere relaxar o máximo possível antes de se apresentar…

Luke: “Qualquer um que entrar em nosso camarim antes da hora de subir no palco provavelmente nos verá alongando, muita conversa sendo jogada fora e brigas entre nós. Eu posso fazer alguns aquecimentos durante a introdução, só isso. Não temos uma rotinade uma hora de duração antes de entrarmos no palco.”

Jeff: “Eu faço duas coisinhas antes de subir no palco. Não tem nada intenso ou sério acontecendo. Somos bem relaxados, nem uma guitarra nos bastidores. Sério, nós pegamos na guitarra uns dois minutos antes de sair. Eu só dou uma brincada de leve para ver se meu técnico ajustou as cordas o suficiente ou se preciso devolver para ele. Nossa música não tem muita técnica o suficiente para que a gente precise aquecer.”

5. Composição sempre foi mais importante para o Jeff e Luke, você só é tão bom quanto a sua música…

Jeff: “Quando nós começamos a escrever, tudo o que queríamos era rasgar o máximo de notas possíveis, como se fosse uma competição de quem teria o riff com mais notas possíveis – 9.000 de uma vez ou qualquer coisa do tipo! Essa era nossa mentalidade no tempo e nós aprendemos com o tempo que a simplicidade funciona melhor.”

“Eu comecei a escrever coisas que ficaram presas na minha mente primeiro, então eu pensei, ‘Bom, vamos ver se funciona com os outros também!’ Se parece bom para mim, então tem alguma chance!”

Luke: “Muitos músicos são muito melhores sendo musicistas do que compositores. Eles podem parecer impressionantes para outros guitarristas, mas na maioria das vezes, são só coisas imperceptíveis para as pessoas normais. O que eu fico pensando é – existem quantos guitarristas por aí para as pessoas normais?”

6. Retornos fazem você trabalhar mais duro. A clareza no palco faz com que o Jeff e o Luke toquem melhor…

Luke: “Agora nós usamos um retorno in-ear, que nos possibilita ouvir tudo. É tão claro, o que torna as coisas mais difíceis do que parecem.”

“Enfim, isso nos fez melhorar, pois você acaba precisando desenvolver uma técnica para atingir todas as notas da maneira correta. Se os novatos querem soar como profissionais, eles precisam saber como controlar o som deles.”

Jeff: “Caso eu faça um som errado ou qualquer que seja o menor dos erros nós vamos olhar um para o outro e ficar tipo ‘ha-ha você fez isso’ – mas não de um jeito ‘você ferrou com tudo’. Você sempre está esperando para que alguém erre para você rir dele! Você pode estar alimentando a platéia e se divertindo, mas quando você percebe um erro, é hilário!”

“Com os retornos, qualquer hábito ruim que tínhamos, como não colocar as mãos para descansar da forma correta ou usar o lado errado da paleta para fazer um som rasgado, não conseguimos fazer mais isso agora. Não sei nem como conseguíamos ser uma banda, Nós eramos uma merda, talvez ainda sejamos, mas nós éramos bem mais antes de termos esse retorno in-ear! (risos)”

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7. Crie solos seguindo melodias vocais. Jeff e Luke agora seguem os hooks influenciados do Maiden…

Jeff: “Nossos maiores hooks de guitarra provavelmente vieram da minha obsessão pelo Metallica. Se você se mantem musical, as pessoas podem cantar as melodias – essa foi minha maior revelação: simplicidade e eficiência.”

“Na verdade, você nunca sabe como as pessoas irão reagir. Uns seis anos atrás em Bristol a platéia cantava os riffs ao invés dos vocais! Nós saímos do palco nos perguntando o que tinha acontecido e desde então foi algo que foi crescendo.”

“Agora toda vez que tem algum riff muito louco, os fãs começam a cantar. Na América do Sul eles devem ficar ainda mais loucos, mas não podemos esquecer que foi em Bristol que isso começou!”

Luke: “O nosso segredo é a platéia – a energia deles nos motiva. Se eles não se apresentarem para nós, nós não poderemos nos apresentar para eles! Esse é o acordo. Todo mundo deve dar 100% de si, é assim que funciona. É difícil fingir uma energia… E nós somos muito velhos para fingir!”

8. Não espere por nada pois isso acaba levando ao fracasso…

Jeff: “Expectativa é o suicídio. Se você esperar algo, você está fracassado… Você fica sem esperanças! Nós vemos todos esses lugares como um grulpo de amigos caíram na estrada, e eu acho que isso ajudou muito.”

“Obviamente, o que está acontecendo agora é diferente do que acontecia antes. Todo aquele lance de ‘finja enquanto conseguir’ da indústria da música, as pessoas estão vendo além disso. Se você é uma banda falsa, eles vão te colocar em uma garrafa e pedir pelo Slayer.”

Luke: “Se você começar uma banda e tudo o que você almejar é ser o próximo alguma coisa, você está se direcionando para o desapontamento. Só se divirta com isso e trabalhe duro, faça suas coisas, mas lembre-se que, ante e acima de tudo, é apenas por diversão. Pense quantos músicos acabaram se desapontando… É assim que a indústria está funcionando!”

“Alguns anos atrás nós juramos que jamais deixaríamos qualquer um mexer em nossas coisas e trocar nossas cordas… Nós mesmos iríamos cuidar dos nossos equipamentos. Essa foi uma das maiores diferenças, a quantidade de equipe trabalhando para nós agora. Com certeza, nós fomos vendidos! (risos)”

9. Existe vida para o Parkway. Experiências além da música também são importantes…

Jeff: “Eu percebi que eu não sou um Steve Vai. Além disso exitem outros aspectos na vida que eu gosto de aproveitar, como surfar ou esportes.”

“Eu só tenho um tempo limitado que eu dou para a guitarra… Eu sou bem egoísta! As pessoas não percebem o quanto somos sem noção. As ideias aparecem de forma automática pois somos assim!”

“Teoricamente não somos guitarristas, eu só aprendi qual era a nota que eu estava tocando pois eu precisei usar o AutoTune na voz do Winston em casa e precisei saber qual nota iria funcionar.”

Luke: “Nós nunca quisemos ser o Metallica… Para ser honesto, nós nunca fizemos nenhum exercício. Nós só fazemos o que queremos fazer e as coisas acontecem… Por exemplo, eu nunca aprendi a triplet riffs decentemente. Isso deve ter acontecido pois o Jeff escreveu um sem saber e eu acabei tendo que aprender.”

Winston fala sobre o processo de composição e direção do próximo disco

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Apesar de estarem prestes a embarcar em uma nova turnê pelos Estados Unidos, Canadá e Europa, parece que o Parkway Drive já está preparando o material para o disco que deverá ser lançado após o quinto álbum da banda, “Ire”.

Em uma entrevista divulgada recentemente pela revista britânica, Kerrang!, o vocalista Winston McCall foi questionado sobre o processo de composição do novo material e, surpreendentemente, a banda já possui algumas coisas prontas, e, talvez até mesmo, uma direção para onde a sonoridade do futuro do Parkway Drive.

(O processo) Não está tão profundo, mas falando sobre isso nós já temos algumas coisas prontas. Nós já separamos um tempo no começo do ano que vem para compor, e já queríamos isso pois o último levou tanto tempo que precisaríamos de mais para o próximo, além de colocar uma carga grande de esforço, mas acabamos de ficar em casa por duas semanas e algumas coisas começaram a tomar forma. Nós já temos muito mais do que esperávamos ter a essa altura. Falando sobre a sonoridade, nós temos grandes expectativas com o próximo disco. O último disco (Ire) eram águas desconhecidas para nós, mas agora nós já sabemos o que conseguimos fazer quando pensamos sobre isso.

Com essas informações, podemos concluir que, provavelmente a banda continuará a trabalhar nessas composições que tomaram forma após a turnê da Austrália e antes da turnê de verão na Europa, que aconteceu no mês passado, mesmo já tendo uma agenda de shows para até Abril do próximo ano. Entretanto, não devemos esperar por um novo disco, pelo menos, até o fim de 2017. O segundo semestre do ano que vem deve ser reservado para gravações e mixagem em estúdio, para então termos uma data definida para o lançamento.

Os 10 discos que mudaram a vida de Winston McCall

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A edição de Setembro da revista Metal Hammer trouxe uma matéria com o vocalista do Parkway Drive, Winston McCall, onde ele cita os 10 discos que mudaram sua vida. Confira a lista abaixo e clique aqui para ver o ensaio fotográfico em nossa Galeria em alta qualidade.

O primeiro disco que comprei foi…
The Prodigy – Music for the Jilted Geeration

“Eu tenho certeza que Voodoo People” foi a música que me fez gostar deles – eu acho que que ouvi na rádio – e eu acabei procurando e comprando o disco, e eu virei um fã do Prodigy daí em diante; Nós literalmente colocamos o disco no carro no dia seguinte na volta de um show e ficamos tipo , ‘Caralho, eles ainda mandam ver!'”

A melhor arte de um disco…
Mastodon – Leviathan

“No tempo, eu não tinha ideia do que era o Mastodon, mas a capa é fenomenal, então eu comprei. Você não precisa conhecer as músicas para querer conhecer esse disco – e essa missão foi cumprida.”

O álbum pelo qual eu quero ser lembrado…
Parkway Drive – Ire

“Nós ainda não fizemos! Mas se eu tivesse que escolher algum, seria o Ire, simplesmente porque tudo o que fazemos é sempre a representação mais fiel do que somos como pessoas, então, claro, seria ele.”

O disco que não deveria existir é…
Nickelback – Curb

“Eu tenho que escolher o primeiro disco do Nickeblack, hahaha! Eu odeio Nickelback pra caralho. Quando eles começaram, eu trabalhava em uma cafeteria e eles colocavam Nickeblack sem parar. Era horrível.”

O disco que eu gostaria de ter feito…
Metallica – Metallica

“Ele mudou a vida das pessoas, mudou o rumo do metal e do rock. Qualquer que seja a opinião das pessoas de qual é o melhor disco do Metallica, The Black Album é um clássico do caralho.”

Quando alguém me pergunta o que é metal, eu dou uma cópia do…
Slipknot – 5: The Gray Chapter

“Isso é muito controverso, mas eu daria o The Gray Chapter, do Slipknot. Eu acho que é o melhor álbum de todos do Slipknot, é incrível, mas também personifica muitos aspectos do que eu considero o metal. Eu acho que é uma interpretação moderna do som pesado, melódico e do verdadeiro impacto emocional.”

O disco que quero que toque no meu funeral…
Nick Cave and Bad Seeds – Murder Ballads

“Eu quero assustar o pessoal em meu funeral, então eu quero arrancar algumas risadas. Eu não gosto da ideia de que um funeral deva ser a coisa mais triste do mundo – eu acho que eu vivi uma vida muito legal, então eu quero que as pessoas riam um pouco!”

Ninguém acreditaria que eu tenho uma cópia de…
Kanye West – The Life of Pablo

“É tão difícil tentar justificar ser um fã do Kanye nos dias de hoje. Toda vez eu fico tipo, ‘Eu gosto do Kanye!’, e as pessoas ficam, ‘Você o que?!’ Toda vez que você pensa, ‘Talvez ele não seja tão ruim,’ ele vai e faz outra coisa, e aí você fica tipo, ‘Oh, merda.’ É um disco interessante; de um ponto de vista produtivo, eu realmente gosto, mas não tem nenhum verso ou música clássica do Kanye.”

O disco que me lembra a escola é…
Raised Fist – Watch Your Step

“Essa foi a primeira banda que me fez entrar no mundo da música pesada sem ser punk rock. Eles vieram antes do Hatebreed. Existem algumas estatísticas loucas que diziam que eles venderam mais discos na nossa região da Austrália do que em todo o resto do mundo!”

O melhor disco para se pular de um avião é…
Hatebreed – Perseverance

“Eu teria que escolher um do Hatebreed. Você precisa de um disco encorajador, motivacional, então seria esse! Hahaha!”

UserDing entrevista Winston McCall e Ben Gordon

No dia 13 de Agosto, durante o Rocco del Schlacko, Winston McCall e Ben Gordon realizaram uma entrevista para a rádio alemã UnserDing. Confira abaixo os principais assuntos comentados e o vídeo completo do bate-papo:

– Winston comentou sobre a vontade de lançar uma edição deluxe do disco Ire, pois eles possuíam duas faixas a mais que não necessariamente se encaixariam no próximo disco. Sobre o processo de composição, o vocalista comenta que é um pouco fácil escrever músicas sobre coisas ruins que acontecem no mundo pois ele consegue transformar os aspectos negativos de sua vida em músicas e apresentá-las com raiva durante os shows.

– Ao serem questionados se são viciados em adrenalina, Ben diz que é algo parte da banda, por crescerem em uma cidade de praia surfando desde novos.

– Ainda sobre adrenalinas, eles falam sobre o clipe de “Vice Grip”, onde pulam de avião. Winston confirma a informação de terem que tirar uma licensa antes de pular, e que quando veio a ideia de pular de um avião para o vídeo, ele ficou com medo por não gostar de alturas.

– Sobre a vida em turnê, ao serem perguntados se existe um membro da banda que costuma irritar mais os outros, eles falam que já passaram dessa fase e que hoje preferem que cada um tenha seu espaço, além de saírem juntos.

– A entrevista segue falando sobre a Alemanha e o que eles pensavam antes de conhecer e como as cidades menores se diferenciam do restante do país.

– Eles dizem o quanto os festivais na Alemanha e na Europa são surpreendentes e divertidos de se tocar. O público costuma ser bem animado e divertido. Além disso eles falam o quanto os festivais costumam ter estilos musicais diversificados comparado com a Austrália.

– Winston fala sobre como consegue gritar sem perder a voz e, para finalizar, ensina a repórter algumas dicas.